Oficina de Criação Literária recebe inscrições
Quem quiser participar da oficina de Criação Literária, coordenada pelo professor e poeta Ronald Claver, já pode se inscrever. São oferecidas vagas para duas turmas: uma às terças-feiras, no Conservatório UFMG, na avenida Afonso Pena, 1.534, no centro de Belo Horizonte; e a outra às quartas-feiras, na sede da Organização, que fica no segundo andar da praça de Serviços, no campus da Pampulha. As aulas são realizadas das 14h às 15h30. A mensalidade é de R$ 40,00. Associados da OAP têm descontos especiais. O curso vai de março a novembro, com intervalo em julho. Os interessados podem se inscrever pelo telefone 3409-4505.
Abraços e aproveitem!
Thiago Rulius
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
Sobre cachorrinhos e cachorrões
Foi bom saber que a enfermeira sem noção que matou o cachorrinho vai ter de pagar três mil reais pelo delito que cometeu. Nada como uma multa para fazer com que o vilão se arrependa. Doendo no bolso, esse tipo de gente aprende, na marra, o que deveria ter aprendido com papai e mamãe.
Já falaram que ela não vai ter seu registro cassado. Tá certo, afinal isso não aconteceu no exercício da profissão, e ela pode continuar tratando de seus pacientes com todo o amor e afeto (desde que esse paciente não seja eu).
Mas agora, que o bafafá já diminuiu, começou uma onda de que todo mundo valorizou demais o episódio, e que temos coisas mais importantes para protestar que a morte do cachorrinho. E é verdade. Mesmo eu, que sempre tento empurrar um vira-latas dos abrigos de BH para todo mundo que pensa em comprar um cachorro, tenho de concordar, com uma ressalva: é muito melhor falar disso a exaustão do que ficar agüentando, por exemplo, um papo de Big Brother durante três meses. Isso é que é valorizar o mais banal dos episódios. Além do mais, foi muito bom ver que a pressão funcionou, e que vamos deixar um exemplo para a turma que ainda confunde cachorro com urso de pelúcia, além do belo exemplo para outros malfeitores de fundo de quintal.
E agora, com o assunto do cachorrinho superado, temos de lidar, pela enésima vez, com os muito mais perigosos cachorrões.
Estes, infelizmente, estão sempre mordendo a gente, com sua voracidade inesgotável. Agora é o absurdo aumento de sessenta e um por cento o que eles querem, para iniciar o próximo ano de mão cheia, com a ridícula desculpa de que não é para eles, que a categoria não tem aumento a quatro anos, etc. Com uma atualização tão alta do ordenado, quatro anos é pouco.
Então, pessoal, é hora de voltar a carga e fazer pressão, pois só assim podemos combater os desmandos desse povo. Vamos falar disso toda hora, vamos espalhar as reclamações e fotos desse grupinho nas redes sociais, vamos fazer o que pudermos para impedir essa mamada que eles querem dar na nossa teta.
E no final, se tivermos que engolir esse abuso, pelo menos ainda podemos guardar aquela imagem que andou circulando nas redes sociais com fotos e nomes de todos os que votaram a favor desta sacanagem, e repassá-la para todo mundo nas próximas eleições. Vamos colocar essa cambada de castigo!
Já falaram que ela não vai ter seu registro cassado. Tá certo, afinal isso não aconteceu no exercício da profissão, e ela pode continuar tratando de seus pacientes com todo o amor e afeto (desde que esse paciente não seja eu).
Mas agora, que o bafafá já diminuiu, começou uma onda de que todo mundo valorizou demais o episódio, e que temos coisas mais importantes para protestar que a morte do cachorrinho. E é verdade. Mesmo eu, que sempre tento empurrar um vira-latas dos abrigos de BH para todo mundo que pensa em comprar um cachorro, tenho de concordar, com uma ressalva: é muito melhor falar disso a exaustão do que ficar agüentando, por exemplo, um papo de Big Brother durante três meses. Isso é que é valorizar o mais banal dos episódios. Além do mais, foi muito bom ver que a pressão funcionou, e que vamos deixar um exemplo para a turma que ainda confunde cachorro com urso de pelúcia, além do belo exemplo para outros malfeitores de fundo de quintal.
E agora, com o assunto do cachorrinho superado, temos de lidar, pela enésima vez, com os muito mais perigosos cachorrões.
Estes, infelizmente, estão sempre mordendo a gente, com sua voracidade inesgotável. Agora é o absurdo aumento de sessenta e um por cento o que eles querem, para iniciar o próximo ano de mão cheia, com a ridícula desculpa de que não é para eles, que a categoria não tem aumento a quatro anos, etc. Com uma atualização tão alta do ordenado, quatro anos é pouco.
Então, pessoal, é hora de voltar a carga e fazer pressão, pois só assim podemos combater os desmandos desse povo. Vamos falar disso toda hora, vamos espalhar as reclamações e fotos desse grupinho nas redes sociais, vamos fazer o que pudermos para impedir essa mamada que eles querem dar na nossa teta.
E no final, se tivermos que engolir esse abuso, pelo menos ainda podemos guardar aquela imagem que andou circulando nas redes sociais com fotos e nomes de todos os que votaram a favor desta sacanagem, e repassá-la para todo mundo nas próximas eleições. Vamos colocar essa cambada de castigo!
domingo, 8 de janeiro de 2012
Humor - Desafios literários
Segue abaixo um texto muito engraçado que recebi de um amigo por email meses atrás. Não é de minha autoria, o autor é desconhecido.
O pior é que esse texto me lembra aquelas aulas de literatura de curso pré vestibular, onde você tem que aceitar aquelas interpretações de texto descabidas para ir bem nas provas.
OBS: Texto no formato que foi recebido, inclusive com os mesmos erros de português.
Abraços
Thiago Rulius
OS 6 DESAFIOS LITERÁRIOS!
LEIA SE FOR CAPAZ, E SUFICIENTEMENTE INTELIGENTE PRA ISSO!
O PRIMEIRO DESAFIO, PODEM SENTIR MEDO!
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
1. Eleita como acompanhante nos passeios dos dois protagonistas, a Égua Pocotó rompe a solidão até então predominante no panorama urbano estabelecido. Mais do que um triângulo amoroso convencional, o autor atribui aos personagens um status que transcende a natureza metafísica convencional. Emerge, então, o caráter feminino no auge de sua auto-afirmação como contraponto ao pansexualismo. Descreva o papel da Égua Pocotó como elemento de instabilidade no equilíbrio social do início do século XXI.
**********
O SEGUNDO DESAFIO LITERÁRIO, CASO VOCÊ TENHA CONSEGUIDO O PRIMEIRO.
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
2. A forma adotada pelo autor do texto leva o leitor a uma reflexão crítica acerca de alguns elementos do estilo literário da época, ao mesmo tempo em que insere temáticas dotadas de valor universal. Assinale a passagem em que o autor expressa com maior intensidade este dualismo. Identifique a figura de linguagem adotada.
**********
O TERCEIRO, MAS NÃO MENOS DESAFIADOR...
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
3. Ao idealizar em um mesmo patamar, personagens que até o momento só haviam sido tratados com a devida separação de classes, coloca o autor o "jumento e o cavalinho" como uma paródia da realidade social do país na época. O brilhantismo desta visão crítica é destacado por expressões que para um leitor menos atento podem parecer erros gramaticais, mas que na verdade geraram uma nova aplicabilidade da língua portuguesa. Identifique estes trechos e as inovações gramaticais por eles introduzidos, e Justifique sua resposta.
**********
O QUARTO DESAFIO
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
4. O texto de Mc Serginho, precursor do movimento literário-cultural denominado pocotoísmo, propõe uma nova métrica e abordagem ao texto poético. Alguns críticos da época chegaram a compará-lo à "pedra no caminho" de Drummond, um poeta de menor importância no século XX, injustiça revertida mais tarde com a identificação da sua efetiva quebra de paradigma literário. Compare o estilo da obra de Mc Serginho com os autores clássicos do século XX e justifique a relevância de sua obra.
**********
O QUINTO DESAFIO!
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
5. O poema citado a cima é um paradoxo, muito frequente nos poemas de Gregório de Matos, que se encaixava no estilo barroco. Sabendo que o estilo barroco procurava, entre outras coisas, pedir perdão aos céus pelos pecados cometidos, comente sobre o obscurantismo presente nos versos de Mc Serjinho e refaça-o com um tom de arrependimento típico de um jumento que sai com um cavalo e se depara com uma "Égua pocotó" para os infernizar momentaneamente.
**********
E O SEXTO DESAFIO, OUSO A DIZER QUE É O MAIS DIFÍCIL!
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
6. Levando em considerações a égua é citada liricamente na música de Mc Serginho, faça uma redação mostrando o lado sertanejo que esse animal carrega e todos os valores que o mesmo têm, comparando com a obra de João Guimarães Rosa, discuta a carga semântica que o nome "Égua pocotó" carrega, e também diga porque apenas um léxico só não é o suficiente para demonstrar qual a importância da égua pocotó nos dias de hoje e compare com o movimento Avant-Gardé na arte - música, demonstrando as características de MC Serginho - seja breve.
O pior é que esse texto me lembra aquelas aulas de literatura de curso pré vestibular, onde você tem que aceitar aquelas interpretações de texto descabidas para ir bem nas provas.
OBS: Texto no formato que foi recebido, inclusive com os mesmos erros de português.
Abraços
Thiago Rulius
OS 6 DESAFIOS LITERÁRIOS!
LEIA SE FOR CAPAZ, E SUFICIENTEMENTE INTELIGENTE PRA ISSO!
O PRIMEIRO DESAFIO, PODEM SENTIR MEDO!
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
1. Eleita como acompanhante nos passeios dos dois protagonistas, a Égua Pocotó rompe a solidão até então predominante no panorama urbano estabelecido. Mais do que um triângulo amoroso convencional, o autor atribui aos personagens um status que transcende a natureza metafísica convencional. Emerge, então, o caráter feminino no auge de sua auto-afirmação como contraponto ao pansexualismo. Descreva o papel da Égua Pocotó como elemento de instabilidade no equilíbrio social do início do século XXI.
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O SEGUNDO DESAFIO LITERÁRIO, CASO VOCÊ TENHA CONSEGUIDO O PRIMEIRO.
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
2. A forma adotada pelo autor do texto leva o leitor a uma reflexão crítica acerca de alguns elementos do estilo literário da época, ao mesmo tempo em que insere temáticas dotadas de valor universal. Assinale a passagem em que o autor expressa com maior intensidade este dualismo. Identifique a figura de linguagem adotada.
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O TERCEIRO, MAS NÃO MENOS DESAFIADOR...
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
3. Ao idealizar em um mesmo patamar, personagens que até o momento só haviam sido tratados com a devida separação de classes, coloca o autor o "jumento e o cavalinho" como uma paródia da realidade social do país na época. O brilhantismo desta visão crítica é destacado por expressões que para um leitor menos atento podem parecer erros gramaticais, mas que na verdade geraram uma nova aplicabilidade da língua portuguesa. Identifique estes trechos e as inovações gramaticais por eles introduzidos, e Justifique sua resposta.
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O QUARTO DESAFIO
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
4. O texto de Mc Serginho, precursor do movimento literário-cultural denominado pocotoísmo, propõe uma nova métrica e abordagem ao texto poético. Alguns críticos da época chegaram a compará-lo à "pedra no caminho" de Drummond, um poeta de menor importância no século XX, injustiça revertida mais tarde com a identificação da sua efetiva quebra de paradigma literário. Compare o estilo da obra de Mc Serginho com os autores clássicos do século XX e justifique a relevância de sua obra.
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O QUINTO DESAFIO!
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
5. O poema citado a cima é um paradoxo, muito frequente nos poemas de Gregório de Matos, que se encaixava no estilo barroco. Sabendo que o estilo barroco procurava, entre outras coisas, pedir perdão aos céus pelos pecados cometidos, comente sobre o obscurantismo presente nos versos de Mc Serjinho e refaça-o com um tom de arrependimento típico de um jumento que sai com um cavalo e se depara com uma "Égua pocotó" para os infernizar momentaneamente.
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E O SEXTO DESAFIO, OUSO A DIZER QUE É O MAIS DIFÍCIL!
Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO, ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVÃO A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
6. Levando em considerações a égua é citada liricamente na música de Mc Serginho, faça uma redação mostrando o lado sertanejo que esse animal carrega e todos os valores que o mesmo têm, comparando com a obra de João Guimarães Rosa, discuta a carga semântica que o nome "Égua pocotó" carrega, e também diga porque apenas um léxico só não é o suficiente para demonstrar qual a importância da égua pocotó nos dias de hoje e compare com o movimento Avant-Gardé na arte - música, demonstrando as características de MC Serginho - seja breve.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
8 Premio Barco a vapor - 2012
Olá,
Estão abertas (e já faz um tempo) as inscrições para o prêmio Barco a vapor de literatura infantil e juvenil. O prazo máximo de envio de originais é o dia 16/01/2012. Um bom tempo para quem já tem o original pronto. Para quem não tem, talvez ainda dê para bolar algo e concorrer nas séries branca (leitor a partir de 6 anos - texto de 8 a 15 laudas) ou azul (leitor a partir de 8 anos - texto de 16 a 45 laudas).
Agora o prêmio: Publicação e adiantamento de direitos autorais ao vencedor de R$30.000,00.
Para mais informações acesse o site das edições SM: http://www.edicoessm.com.br/
Abraços
Thiago Rulius
Estão abertas (e já faz um tempo) as inscrições para o prêmio Barco a vapor de literatura infantil e juvenil. O prazo máximo de envio de originais é o dia 16/01/2012. Um bom tempo para quem já tem o original pronto. Para quem não tem, talvez ainda dê para bolar algo e concorrer nas séries branca (leitor a partir de 6 anos - texto de 8 a 15 laudas) ou azul (leitor a partir de 8 anos - texto de 16 a 45 laudas).
Agora o prêmio: Publicação e adiantamento de direitos autorais ao vencedor de R$30.000,00.
Para mais informações acesse o site das edições SM: http://www.edicoessm.com.br/
Abraços
Thiago Rulius
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Você vai conhecer o homem dos seus sonhos
Você vai conhecer o homem dos seus sonhos é um filme de Woody Allen, e tem semelhanças com alguns de seus ultimos filmes. Quem gostou, por exemplo, de Meia Noite em Paris, deve gostar deste filme também (mas o Meia noite é melhor).
Mas estou recomendando este filme apenas para os leitores do blog que são escritores amadores e querem ir além. E recomendo porque uma das tramas do filme envolve o personagem Roy, escritor que fez algum sucesso em seu primeiro livro e não conseguiu repetir a façanha. Agora, está terminando outro livro e não sabe se ele emplacará. Como vive apenas da escrita, fica extremamente inseguro e ansioso enquanto negocia ou aguarda resposta da editora sobre seu original, além de ser cobrado pela esposa e sogra, agravando a crise que ele está passando.
Em resumo, não é um grande filme, mas tem algum atrativo para nós, envolvidos com a escrita. Assista.
Abraços
Thiago Rulius
Mas estou recomendando este filme apenas para os leitores do blog que são escritores amadores e querem ir além. E recomendo porque uma das tramas do filme envolve o personagem Roy, escritor que fez algum sucesso em seu primeiro livro e não conseguiu repetir a façanha. Agora, está terminando outro livro e não sabe se ele emplacará. Como vive apenas da escrita, fica extremamente inseguro e ansioso enquanto negocia ou aguarda resposta da editora sobre seu original, além de ser cobrado pela esposa e sogra, agravando a crise que ele está passando.
Em resumo, não é um grande filme, mas tem algum atrativo para nós, envolvidos com a escrita. Assista.
Abraços
Thiago Rulius
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Resultado do Concurso de Contos Luis Jardim 2012
Pessoal, foi divulgado o resultado do concurso de contos Luis Jardim 2011, da prefeitura de Recife. Esse concurso não teve premiação em dinheiro nesta edição, mas aumentou o numero de autores premiados. E adivinhem: eu fui um deles!!!
Estou muito feliz com o resultado, acho que fui promovido de aspirante a escritor para escritor amador.
Já estou aqui esperando ansioso pelos trinta exemplares da antologia dados como prêmio a cada um dos autores.
Abaixo site com o resultado e lista de autores premiados:
CONCURSO DE CONTOS LUIS JARDIM DIVULGA VENCEDORES
17:28 Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
O Concurso de Contos Luis Jardim, promovido pela Prefeitura do Recife, por meio da Biblioteca Popular de Casa Amarela, chega ao fim e divulga a lista dos ganhadores. A competição, que em 2011 chegou à sua nona edição, tem o objetivo de incentivar, descobrir e divulgar novos talentos na literatura pernambucana. Os 29 autores selecionados terão seus textos publicados na Coletânea do 9º Concurso de Contos da Biblioteca Popular de Casa Amarela, com edição de dois mil exemplares, cabendo a cada autor uma cota de trinta exemplares.
Confira os vencedores:
Ana Cristina Mendes Gomes – São Pedro de Aldeia/RJ
Conto: Colorau
André Telucazu Kondo – Caraguatatuba/SP
Conto: A pérola
Athos Ronaldo Miralha da Cunha – Santa Maria/RS
Conto: O outono de Pedro
Caio Henrique Solla – Sorocaba/SP
Conto: Ana
Carlos Alberto Melo – Recife/PE
Conto: Viagem inesperadamente romântica
Danilo Drumond Avelino – Belo Horizonte/MG
Conto: Fugindo da raia
Douglas Oliveira – Recife/PE
Conto: A maçaneta dourada
Ednaldo Bezerra – Recife/PE
Conto: A primeira vez
Eni Allgayer – Sapucaia do Sul/RS
Conto: Dia de cartomante
Evandro Figueiredo Cândido – Elói Mendes/MG
Conto: Chuva de domingo
Helton Reginaldo Cenci – Novo Hamburgo/RS
Conto: A borboleta
Henrique José da Silva Bon – Nova Friburgo/RJ
Título do trabalho: Déjà Vu
Ivanilson Martins da Silva – Olinda/PE
Conto: O último fado
Josafá Henrique Gomes – Recife/PE
Conto: Uma morte para Frida
José Antonio de Souza Neto – Belém/PA
Conto: Insurreição
Luís Fernando dos Reis Pereira – São Paulo/SP
Conto: Pepe
Luís Roberto de Souza Júnior – São Paulo/SP
Conto: Lonesome Town
Márcia Maracajá Pessoa Pereira ( Márcia Maracajá) – Recife/PE
Conto: Doce infância
Maurício Matos Cunha – São Gonçalo/RJ
Conto: Alegórica amásia
Odair Maurício de Albuquerque – Penápolis/SP
Conto: Na praia
Paulo Cezar de Oliveira Tórtora – Rio de Janeiro/RJ
Conto: Manhã de inverno
Priscila Lopes – Florianópolis/SC
Conto: Compondo amanhãs
Raimundo Nonato Albuquerque Silveira – Fortaleza/CE
Conto: Perícia médica
Rosmari Nervis de Souza – Assu/RN
Conto: Obediência
Sheila Venske Possamai – Rio Negrinho/SC
Conto: Corações de pedra
Thiago Alves da Costa – Sabará/MG
Conto: Traição
Valdení Venceslau Bevenut – Afogados da Ingazeira/PE
Conto: A carpideira
Valdir Moreira da Silva – Assu/RN
Conto: Levadinho
Viviane Maria Lima – São Paulo/SP
Conto: Rosália
Fonte: http://www.recife.pe.gov.br/2011/11/29/concurso_de_contos_luis_jardim_divulga_vencedores_179930.php
Abraços
Thiago rulius
Estou muito feliz com o resultado, acho que fui promovido de aspirante a escritor para escritor amador.
Já estou aqui esperando ansioso pelos trinta exemplares da antologia dados como prêmio a cada um dos autores.
Abaixo site com o resultado e lista de autores premiados:
CONCURSO DE CONTOS LUIS JARDIM DIVULGA VENCEDORES
17:28 Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
O Concurso de Contos Luis Jardim, promovido pela Prefeitura do Recife, por meio da Biblioteca Popular de Casa Amarela, chega ao fim e divulga a lista dos ganhadores. A competição, que em 2011 chegou à sua nona edição, tem o objetivo de incentivar, descobrir e divulgar novos talentos na literatura pernambucana. Os 29 autores selecionados terão seus textos publicados na Coletânea do 9º Concurso de Contos da Biblioteca Popular de Casa Amarela, com edição de dois mil exemplares, cabendo a cada autor uma cota de trinta exemplares.
Confira os vencedores:
Ana Cristina Mendes Gomes – São Pedro de Aldeia/RJ
Conto: Colorau
André Telucazu Kondo – Caraguatatuba/SP
Conto: A pérola
Athos Ronaldo Miralha da Cunha – Santa Maria/RS
Conto: O outono de Pedro
Caio Henrique Solla – Sorocaba/SP
Conto: Ana
Carlos Alberto Melo – Recife/PE
Conto: Viagem inesperadamente romântica
Danilo Drumond Avelino – Belo Horizonte/MG
Conto: Fugindo da raia
Douglas Oliveira – Recife/PE
Conto: A maçaneta dourada
Ednaldo Bezerra – Recife/PE
Conto: A primeira vez
Eni Allgayer – Sapucaia do Sul/RS
Conto: Dia de cartomante
Evandro Figueiredo Cândido – Elói Mendes/MG
Conto: Chuva de domingo
Helton Reginaldo Cenci – Novo Hamburgo/RS
Conto: A borboleta
Henrique José da Silva Bon – Nova Friburgo/RJ
Título do trabalho: Déjà Vu
Ivanilson Martins da Silva – Olinda/PE
Conto: O último fado
Josafá Henrique Gomes – Recife/PE
Conto: Uma morte para Frida
José Antonio de Souza Neto – Belém/PA
Conto: Insurreição
Luís Fernando dos Reis Pereira – São Paulo/SP
Conto: Pepe
Luís Roberto de Souza Júnior – São Paulo/SP
Conto: Lonesome Town
Márcia Maracajá Pessoa Pereira ( Márcia Maracajá) – Recife/PE
Conto: Doce infância
Maurício Matos Cunha – São Gonçalo/RJ
Conto: Alegórica amásia
Odair Maurício de Albuquerque – Penápolis/SP
Conto: Na praia
Paulo Cezar de Oliveira Tórtora – Rio de Janeiro/RJ
Conto: Manhã de inverno
Priscila Lopes – Florianópolis/SC
Conto: Compondo amanhãs
Raimundo Nonato Albuquerque Silveira – Fortaleza/CE
Conto: Perícia médica
Rosmari Nervis de Souza – Assu/RN
Conto: Obediência
Sheila Venske Possamai – Rio Negrinho/SC
Conto: Corações de pedra
Thiago Alves da Costa – Sabará/MG
Conto: Traição
Valdení Venceslau Bevenut – Afogados da Ingazeira/PE
Conto: A carpideira
Valdir Moreira da Silva – Assu/RN
Conto: Levadinho
Viviane Maria Lima – São Paulo/SP
Conto: Rosália
Fonte: http://www.recife.pe.gov.br/2011/11/29/concurso_de_contos_luis_jardim_divulga_vencedores_179930.php
Abraços
Thiago rulius
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Forum das Letras 2011 - Cobertura
Depois de dois ou três anos esperando uma oportunidade, finalmente pude conhecer o Fórum das Letras de Ouro Preto, que encerrou ontem sua sétima edição, com o tema “Memória do esquecimento”.
O evento teve a duração de cinco dias, mas somente cheguei a Ouro Preto no segundo dia, logo assistindo ao debate “Escrever História para se livrar da memória”. Apesar do escritor Arnaldo Bloch ter se mostrado um tanto sem rumo, sempre retornando a histórias de família e do grupo Manchete, sem acrescentar muito conteúdo a discussão, os escritores Miguel Sanches Neto e Ronaldo Correia de Brito impuseram um alto nível, com a boa mediação de Suzana Vargas. Um belo cartão de visitas!
A continuação da programação de sábado trouxe um debate com o jornalista Marcelo Tas, do programa CQC, com a também muito boa mediação de João Alegria, lotando (e ultrapassando) a capacidade do belo e aconchegante cine Vila Rica. Apesar da falta de vínculo com o tema do Fórum das Letras, foi um bate-papo de ótimo nível, e que valeu o tema diferente, sem duvida. Se alguém foi até lá querendo ouvir piadinha, se frustrou.
Os intervalos entre debates tornavam-se curtos para as atividades que podiam ser feitas. Nno andar superior do cine Vila Rica (hall de entrada) os profissionais da livraria ligada ao evento atualizavam seu pequeno estande com as obras dos autores que haviam participado do ultimo debate, permitindo o manuseio, análise e compra destas obras (disponíveis para a maioria dos escritores, mas não todos). Podia-se ainda bater papo ou conseguir uma dedicatória de seu escritor preferido. Em paralelo, algumas atividades de dança, teatro e musica ocorriam na rua, em frente ao cine. Para quem não se interessava por nada disso, uma cafeteria também funcionava no hall do cinema.
O domingo trouxe talvez o debate mais atrativo para os interessados em história, com o nome “As Minas Gerais: 300 anos de aventura, literatura, cobiça e fé”, com a participação dos autores Frei Betto, Ivan Marques e Lucas Fugueiredo. Ivan concentrou-se nos escritores mineiros de várias gerações, enquanto Lucas e Frei Betto deram uma aula de história, contando curiosidades do tempo da exploração do ouro. Ao fim do ótimo debate, tive de me conter para não gastar demais, e me contentei com um livro do Lucas, que me concedeu uma dedicatória, muito solicito.
Retornei ao cine Vila Rica próximo as 20:00 para o debate “Imaginação e memória”, com Marina Colasanti, Mario Araujo e o francês Henri Loevenbruck. Não vinha entendendo o que dizia o francês, pois não havia tradução simultânea, e só no meio do debate descobri que havia um sistema portátil de som com fones disponível (o que não avisaram no início, em minha opinião uma pequena falha da organização). Acabei não assistindo a todo o debate por ter ficado de papo alguns minutos com o escritor Miguel Sanches Neto, que foi muito atencioso e fez uma dedicatória em seu livro que eu havia comprado no dia anterior. Aproveitei para falar sobre as poucas oficinas regulares que temos em BH (até onde sei a única é a do Letras e Ponto), e ele me contou que já ministrou oficinas na PUC da Praça da Liberdade com o Luiz Vilela. Como seria bom poder fazer uma oficina com um destes caras (Aproveitando, leiam o “Contos Eróticos” do Luiz Vilela). Conversamos ainda sobre o Suplemento Literário, e o Miguel se mostrou por dentro do
movimento em BH.
A segunda-feira era ainda o penúltimo dia de festival, porém era meu ultimo dia de participação. As 11:00 conheci o espaço Petrobrás (auditório bem menor que o Cine Vila Rica), onde assisti ao debate “A biblioteca é um mundo, o mundo é uma biblioteca”, e fiquei entusiasmado com o caso de sucesso de Luiz Amorim com seu açougue cultural (ele é açougueiro), além do projeto de distribuir livros nos pontos de ônibus de Brasilia. O escritor Carlos Liscano (presidente da biblioteca nacional do Uruguai) também teve uma participação de destaque, o que me fez lamentar não encontrar seu livro ao fim do debate “Memória, história e narrativa” realizado as 15:00 novamente no Cine Vila Rica, onde Carlos contou alguns detalhes sobre a produção de um de seus livros, escrito durante os treze anos em que ele esteve preso pela ditadura uruguaia. Ainda em relação ao debate das 15:00, ele foi seguramente o pior dos que participei no festival, com a escritora Maria José Silveira lendo um texto enorme e bastante enfadonho em resposta a primeira pergunta da mediadora Guiomar de Grammont, que em minha opinião conduziu este debate de maneira um tanto insatisfatória, com uma apresentação improvisada dos autores e perguntas pouco objetivas, o que fazia com que eles falassem de assuntos aleatórios.
Retornei a Belo Horizonte na tarde de segunda-feira, lamentando ter perdido os debates “Memória, filosofia e ficção”, realizado ainda na segunda, e “Como publicar e divulgar o primeiro livro”, debate que fecharia o evento na terça-feira (se considerarmos apenas os debates) e que, acredito, atrairia muito publico se houvesse sido colocado em um momento mais adequado do calendário do Fórum, pois a maioria do publico é jovem e muitos (como eu) devem sonhar em publicar seu livro.
Agora, vamos aguardar a bienal do livro de Minas Gerais e o Fórum das Letras de 2012.
Abraços
Thiago Rulius
O evento teve a duração de cinco dias, mas somente cheguei a Ouro Preto no segundo dia, logo assistindo ao debate “Escrever História para se livrar da memória”. Apesar do escritor Arnaldo Bloch ter se mostrado um tanto sem rumo, sempre retornando a histórias de família e do grupo Manchete, sem acrescentar muito conteúdo a discussão, os escritores Miguel Sanches Neto e Ronaldo Correia de Brito impuseram um alto nível, com a boa mediação de Suzana Vargas. Um belo cartão de visitas!
A continuação da programação de sábado trouxe um debate com o jornalista Marcelo Tas, do programa CQC, com a também muito boa mediação de João Alegria, lotando (e ultrapassando) a capacidade do belo e aconchegante cine Vila Rica. Apesar da falta de vínculo com o tema do Fórum das Letras, foi um bate-papo de ótimo nível, e que valeu o tema diferente, sem duvida. Se alguém foi até lá querendo ouvir piadinha, se frustrou.
Os intervalos entre debates tornavam-se curtos para as atividades que podiam ser feitas. Nno andar superior do cine Vila Rica (hall de entrada) os profissionais da livraria ligada ao evento atualizavam seu pequeno estande com as obras dos autores que haviam participado do ultimo debate, permitindo o manuseio, análise e compra destas obras (disponíveis para a maioria dos escritores, mas não todos). Podia-se ainda bater papo ou conseguir uma dedicatória de seu escritor preferido. Em paralelo, algumas atividades de dança, teatro e musica ocorriam na rua, em frente ao cine. Para quem não se interessava por nada disso, uma cafeteria também funcionava no hall do cinema.
O domingo trouxe talvez o debate mais atrativo para os interessados em história, com o nome “As Minas Gerais: 300 anos de aventura, literatura, cobiça e fé”, com a participação dos autores Frei Betto, Ivan Marques e Lucas Fugueiredo. Ivan concentrou-se nos escritores mineiros de várias gerações, enquanto Lucas e Frei Betto deram uma aula de história, contando curiosidades do tempo da exploração do ouro. Ao fim do ótimo debate, tive de me conter para não gastar demais, e me contentei com um livro do Lucas, que me concedeu uma dedicatória, muito solicito.
Retornei ao cine Vila Rica próximo as 20:00 para o debate “Imaginação e memória”, com Marina Colasanti, Mario Araujo e o francês Henri Loevenbruck. Não vinha entendendo o que dizia o francês, pois não havia tradução simultânea, e só no meio do debate descobri que havia um sistema portátil de som com fones disponível (o que não avisaram no início, em minha opinião uma pequena falha da organização). Acabei não assistindo a todo o debate por ter ficado de papo alguns minutos com o escritor Miguel Sanches Neto, que foi muito atencioso e fez uma dedicatória em seu livro que eu havia comprado no dia anterior. Aproveitei para falar sobre as poucas oficinas regulares que temos em BH (até onde sei a única é a do Letras e Ponto), e ele me contou que já ministrou oficinas na PUC da Praça da Liberdade com o Luiz Vilela. Como seria bom poder fazer uma oficina com um destes caras (Aproveitando, leiam o “Contos Eróticos” do Luiz Vilela). Conversamos ainda sobre o Suplemento Literário, e o Miguel se mostrou por dentro do
movimento em BH.
A segunda-feira era ainda o penúltimo dia de festival, porém era meu ultimo dia de participação. As 11:00 conheci o espaço Petrobrás (auditório bem menor que o Cine Vila Rica), onde assisti ao debate “A biblioteca é um mundo, o mundo é uma biblioteca”, e fiquei entusiasmado com o caso de sucesso de Luiz Amorim com seu açougue cultural (ele é açougueiro), além do projeto de distribuir livros nos pontos de ônibus de Brasilia. O escritor Carlos Liscano (presidente da biblioteca nacional do Uruguai) também teve uma participação de destaque, o que me fez lamentar não encontrar seu livro ao fim do debate “Memória, história e narrativa” realizado as 15:00 novamente no Cine Vila Rica, onde Carlos contou alguns detalhes sobre a produção de um de seus livros, escrito durante os treze anos em que ele esteve preso pela ditadura uruguaia. Ainda em relação ao debate das 15:00, ele foi seguramente o pior dos que participei no festival, com a escritora Maria José Silveira lendo um texto enorme e bastante enfadonho em resposta a primeira pergunta da mediadora Guiomar de Grammont, que em minha opinião conduziu este debate de maneira um tanto insatisfatória, com uma apresentação improvisada dos autores e perguntas pouco objetivas, o que fazia com que eles falassem de assuntos aleatórios.
Retornei a Belo Horizonte na tarde de segunda-feira, lamentando ter perdido os debates “Memória, filosofia e ficção”, realizado ainda na segunda, e “Como publicar e divulgar o primeiro livro”, debate que fecharia o evento na terça-feira (se considerarmos apenas os debates) e que, acredito, atrairia muito publico se houvesse sido colocado em um momento mais adequado do calendário do Fórum, pois a maioria do publico é jovem e muitos (como eu) devem sonhar em publicar seu livro.
Agora, vamos aguardar a bienal do livro de Minas Gerais e o Fórum das Letras de 2012.
Abraços
Thiago Rulius
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