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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Os vídeos da coleção Amores Expressos


Tenho o maior interesse em assistir a uma entrevista ou bate papo com um escritor, desde que seja coisa séria, onde o mediador do papo coloca questões pertinentes e não tem o objetivo de aparecer mais que seu convidado. Por isso tenho um interesse especial por eventos como o Ofício da Palavra aqui de BH e o Fórum das Letras de Ouro Preto. Estes eventos nos oferecem uma oportunidade para aprender mais sobre determinado escritor, que fatalmente é também um personagem, interessante ou não. Acho fascinante saber como trabalham, em que se inspiram, qual o seu processo criativo, se interferem no aspecto comercial, entre outras questões.

Se você é uma das pessoas que compartilham do interesse por este tipo de evento, não deixe de assistir aos vídeos da série literária Amores Expressos. Para quem não sabe, a coleção Amores Expressos vem sendo editada pela Companhia das Letras, e neste projeto escritores brasileiros viajam para capitais espalhadas pelo mundo, permanecendo algumas semanas por lá e absorvendo a cultura daquele país. Depois, escrevem um romance ambientado naquele local. Não é um projeto bacana? Apesar de já ter visto escritores participantes do projeto reclamando, achei a idéia fabulosa.

Mas o fato é que o projeto Amores Expressos não tem como único resultado o livro. Os escritores atualizam um blog durante sua viagem, e são produzidos vídeos de cada um dos escritores no prórpio país de destino comentando sobre o lugar que estão conhecendo, seu processo de trabalho, a ambientação ao país e as idéias para produzir o romance. Não bastasse um conteúdo tão interessante, boa parte dos escritores participantes são considerados revelações na literatura contemporânea brasileira. Nomes como Joca Reiners Terron, Luiz Ruffato e Daniel Galera estão no projeto.

Se você gostou, fique de olho na programação do canal (a cabo) Arte1. Eles estão passando (e reprisando) vários destes episódios, além de exibirem outros programas interessantes ligados a literatura. Não deixe de ver.

Abraços
Thiago Rulius.

domingo, 3 de março de 2013

Panorama da vida do escritor brasileiro contemporâneo

Vou usar de cobaia (e depois vocês vão entender o motivo) para iniciar este post o escritor Luiz Ruffato, que tive a oportunidade de ouvir em um debate na ultima bienal do livro de Minas Gerais. Cara tranqüilo, simples e acessível. Já conhecia um pouco do trabalho do escritor, pois havia lido Eles eram muitos cavalos, e também Estive em Lisboa e me lembrei de você (e gostado de ambos).

Temos no Luiz um exemplo de escritor em tempo integral, que vive exclusivamente da escrita e seus desdobramentos, o que talvez seja o que os escritores ou aspirantes a escritores que acompanham este blog tenham como meta de vida. No caso do Luiz Ruffato, ele faz um pouco mais que apenas escrever: participa de eventos literários (como o que citei acima), trabalha como jurado em concursos literários e organiza antologias. Trabalhos que tem tudo a ver com literatura, mas que possivelmente são necessários para complementar a vida de um escritor de ficção nacional, que normalmente vende apenas uma fração daquelas que chegam de fora aos montes e dominam os espaços mais nobres das nossas livrarias.

Para quem que saber um pouco mais sobre a vida deste que me parece um dos nossos melhores escritores contemporâneos, leia esta matéria. Não se trata de fofoca, mas sim de um panorama da vida de um escritor brasileiro de ficção.

Espero que aproveitem.

Abraços.
Thiago Rulius

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Entrevista - Luisa Geisler

Boa parte dos escritores que estão na luta para publicar seu primeiro livro ou disputando os bons concursos literários do país sabem quem é a Luisa Geisler. Ela, bastante jovem, conseguiu a façanha de vencer o prêmio SESC de literatura na categoria conto. Não satisfeita, ganhou no ano seguinte na categoria romance, fazendo com que a organização do prêmio SESC mudasse as regras para o caso de aparecer outro escritor com o mesmo talento e precocidade por aí querendo repetir esta fabulosa conquista.

Tive a oportunidade de conhecer a Luisa pessoalmente no Forum das Letras 2012 em Ouro Preto após a debate Como Publicar o primeiro livro?. Não tivemos a chance de conversar pessoalmente o quanto eu gostaria, pois ela teve de atender aos seus outros leitores e o debate seguinte começou cedo demais. Mas ela, muito solicita, me passou seu contato e agora trago a vocês uma pequena entrevista com esta autora que começou sua carreira da maneira mais destacada: vencendo por duas vezes um concurso do mais alto nível, lançando seus livros por uma editora como a Record e participando da seleção dos 20 melhores jovens escritores brasileiros da revista Granta.

Agradeço a Luisa por dividir um pouco de sua experiência conosco. Aproveitem as dicas e conheçam os livros da autora: Contos de mentira (contos) e Quiçá (romance).

Luisa, antes de mais nada, muito obrigado por conceder esta entrevista ao blog Papolivro.
Imagina! :) Todos os blogs literários são bem-vindos.

1) Sabemos um pouco da sua trajetória a partir da vitória no prêmio SESC com o livro Contos de mentira. Mas como as coisas correram para você antes disso em relação a literatura? Já publicava em jornais, revistas ou blogs? Participava de outros concursos literários?
Então, antes do Contos de mentira, eu escrevia muito pra mim mesma. Participei de alguns concursos de contos, alguns públicos, mas nada chamativo. Cheguei a ter blog, mas nunca fui boa com a manutenção. Comecei a escrever mais a sério e cogitar a carreira de escritora quando comecei uma oficina de criação literária com Luiz Antonio de Assis Brasil, na PUC/RS. Daí foi quando me empolguei de verdade com o processo.

2) Já participei de uma oficina de contos aqui em BH, e parte dos contos que tenho prontos em casa foram produzidos lá. Acho que essa é uma das maiores vantagens de frequentar uma oficina: a gente passa a ter uma espécie de "pressão" para produzir algo e levar a oficina na semana seguinte, além de conseguir uma critica especializada para o texto. Alguma parte dos contos que compõem o "Contos de mentira" foi produzida ou aperfeiçoada em oficinas como a do Assis Brasil, que você frequentou?
Sem dúvida. Diria que 50% dos contos que estão no Contos de mentira passaram pelo crivo do Assis em algum momento. A pressão pra escrever (que se torna ritmo) foi um aprendizado essencial. É comum a gente procrastinar, esquecer, priorizar outras coisas... mas quando tem um prazo, uma meta, a responsabilidade se torna mais forte. É bem comum a figura da pessoa que gosta de escrever, mas não escreve.

3) Como funciona o seu processo criativo? Tem algum método? Se considera uma escritora produtiva?
Pra escrever, sou bastante rápida. Mas a revisão, em geral, demora o dobro do tempo. Costumo brincar que só começo meu texto quando ponho o ponto final. Meu método é algo estilo:  ter noção da história — planejar — executar. Às vezes, em alguns contos, sou bem mais livre, escrevo sem planos, sem nada, só escrevo. Com romances, em geral, sou bem cdf e não gosto de escrever do nada.

4) A construção de um romance, na minha opinião, é um trabalho que nunca acaba. Sempre podemos trabalhar mais o texto, ou incluir novas reviravoltas na trama. Você também pensa assim? E se concorda, quando considera que um livro seu está pronto e é hora de parar de trabalhar o texto?
Sempre brinco que eu nunca poderia me suicidar: a carta de suicídio nunca ia ficar pronta. Adoro revisar, adoro repensar possibilidades e achar problemas do texto. Muitas vezes “trabalhar mais o texto” significa tirar excessos, tirar reviravoltas, simplificar as coisas. Nem sempre, mas às vezes. Está pronto na hora em que não tenho mais ninguém pra me dar uma opinião externa sobre o livro, porque todo mundo já leu duas ou três versões. Depois disso, não tem mais o que fazer. Tendo lido o livro duas ou três vezes, já conheço tanto a história que nem vejo mais os problemas. Não é uma avaliação justa. Acho que daí é hora de parar.

5) Em relação aos seus livros publicados, você contratou alguém para um serviço de leitura critica, ou convidou leitores de sua confiança para um feedback? Acha importante esta primeira leitura?
Muitas vezes, as pessoas me enviam romances achando que eu tenho uma opinião que preste, quando na verdade, eu sou uma leitora normal. Acho excelente a contratação de um leitor crítico, porque eles dão atenção para detalhes que os leitores comuns nem sabem. Além de terem uma noção do mercado literário e poderem ajudar nesse sentido. Eles podem, por exemplo, te trazer dicas sobre quais editoras seriam mais apropriadas pro material. Não contratei nenhum serviço de leitura crítica (mais por falta de dinheiro do que de vontade), mas tentei compensar com um bom processo de edição na Record. Ainda acho que meus livros têm muito a melhorar, mesmo depois de impressos. Confio muito nesse tipo de trabalho e acho que ajuda muito na construção de um projeto coeso.

6) Quanto ao relacionamento com a editora, muitos autores mostram insatisfação com os trabalhos de edição realizados ou com a capa do livro, por exemplo. Mas sabemos que a editora, como toda empresa, precisa ter lucros, e por isso tem sempre a intenção de colocar o melhor produto possível no mercado, pelo menos do ponto de vista comercial. Como você vê esta relação?
Acredito que é importante que o autor esteja muito atuante no processo de criação de seu livro como produto, seja capa, seja edição. Mas ao mesmo tempo, um livro é um produto caro (de produzir, de colocar na livraria, de propagandear), num mercado difícil, e a editora não pode ser a única culpada de tudo. Uma editora confiável faz, no mínimo, um bom trabalho de edição, de conversa com o autor sobre o conteúdo e a abordagem do livro. Há outros detalhes que fogem um pouco disso, como capa (questões de designer etc), e com isso o autor precisa ter cuidado.

7) Como foi a experiência de ser um autor nacional estreante em uma editora grande como a Record?
Editoras grandes dificilmente apostam em autores iniciantes. Fiquei encantada. Recebi um tratamento muito bom, em especial por causa do Prêmio SESC de Literatura. Só tenho a agradecer.

8) Você acha que um autor que tenha sido rejeitado em várias editoras comerciais deve tentar a autopublicação? Ou o fato de ter sido rejeitado várias vezes pode indicar que talvez o livro (e talvez também o escritor) não estejam ainda maduros para iniciar uma carreira?
Acho que deve, mas também vale a pena investir um pouco em outras coisas. Muitas vezes, a publicação não é o mais importante. Vale a pena investir tempo em blogs, revistas literárias e, principalmente, prêmios e bolsas que publiquem (ou financiem). A autopublicação é um processo caro, muitas vezes apressado, que nem sempre tem bons resultados. Qualquer estímulo externo compensa mais nesses casos. Contudo, não acho que ser publicado ou não revela maturidade. A publicação não precisa ser o primeiro passo na carreira do escritor.

9) Algumas editoras, como Novo Século e 7Letras, tem um formato híbrido de publicação, onde o autor banca apenas uma parte do custo da publicação, e a editora faz todo o trabalho editorial e comercial, garantindo qualidade e a distribuição do livro. O que você acha deste formato?
Acho um formato que vem crescendo muito recentemente, mas minha opinião se mantém próxima à resposta anterior. Nem sempre publicar um livro é a melhor opção. Não desestimulo, mas acho que é uma decisão que deve ser pensada e planejada. Há muitas oportunidades pra escritores iniciantes por aí, vale mais a pena garimpar.

10) Gostaria de deixar alguma dica para aqueles que estão lutando para publicar o seu primeiro livro e querem começar com o pé direito?
Acho que… dizer que o primeiro livro é o passo mais difícil. Não fica mais fácil a partir dele, mas é o passo mais difícil. É uma droga estar nesse limbo entre “tenho um livro na gaveta” e “sou escritor”. Ou seja, ouvir negativas (ou, pior, nenhuma resposta) é a regra, não a exceção. Meu conselho seria: vá com calma.

11) Já está trabalhando em um novo livro? Pode adiantar algo para os leitores do Papolivro?
Sim, estou, mas... não posso adiantar. Tenho o mau hábito de profetizar sobre livros que não acontecem.

12) Luisa, obrigado por responder a esta entrevista e dividir um pouco de sua experiência conosco.
Imagina :) (de novo). Estamos aí!

Pessoal, não deixem de conhecer o trabalho da Luisa Geisler. É muito importante para quem quer publicar conhecer os livros que estão chamando a atenção no mercado nacional. Seria quase como uma "pesquisa de campo".



Thiago Rulius.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Entrevista - Felipe Colbert - Escritor


Pessoal, conheci (virtualmente) o escritor Felipe Colbert poucos meses após o lançamento de seu livro "A Entrevista Ininterrupta", em um forum de escrita do orkut. Ele era um dos poucos membros da comunidade que tinha um livro publicado, mas nem por isso deixou de ajudar a todos com paciência e disponibilidade. Neste dia decidi que leria seu livro, o que fiz cerca de um mês atrás. Após terminar a leitura, decidi procurá-lo para tentar uma entrevista para o Papolivro, e ele aceitou participar com muito boa vontade.


Fico feliz que ele possa compartilhar seu conhecimento conosco, e peço a todos que apreciem as dicas e que façam uma degustação da obra deste escritor da nova geração.


Papolivro: Olá Felipe! Obrigado por conceder esta entrevista ao blog Papolivro.

Felipe Colbert: Eu é que agradeço! É sempre bom ter sites bacanas que movimentam a literatura brasileira, como este.


Papolivro: Qual foi o gatilho para que você bolasse a idéia de "A Entrevista Ininterrupta"?

Felipe Colbert: A idéia surgiu em uma das viagens em que fiz do Rio de Janeiro para São Paulo, onde moro atualmente. Sempre fui aficcionado por thrillers, seja na literatura ou cinema, assim como notícias que envolvem o show-business. Eu procurava uma história que transmitisse angústia do princípio ao fim, e logo surgiu a idéia de "prender" a atenção do leitor através de uma situação inusitada que não estamos acostumados a ver em nosso país, como atentados a bomba. A originalidade ficou por conta de inserir elementos curiosos como um apresentador de talk-show e mitologia. Daí, para a construção da premissa, foi só uma questão de colocar tudo no papel.


Papolivro: Como funciona o seu processo criativo? Tem algum método? Como manter a produtividade e encontrar tempo na correria do dia a dia?

Felipe Colbert: Basta uma palavra: disciplina. Creio que todo autor deve levar em conta que tem um compromisso com os leitores e com ele mesmo. Quanto ao processo criativo, é estar atento ao que acontece à sua volta. E pesquisa, muita pesquisa. O autor deve estar sempre em movimento, buscando aprendizado. Hoje a internet é a fonte da juventude que todos procuravam, pode inclusive carrega-la debaixo do braço, através de tablets. Mas, realmente, o que mais me inspira é visitar uma livraria, onde me sinto em casa.


Papolivro: Como funcionou o trabalho de pesquisa para montar o cenário do talk show em "A entrevista ininterrupta"? A apresentadora Leila Ferreira, citada por você nos agradecimentos, foi entrevistada?

Felipe Colbert: Sim, porém naquela época conversamos apenas pelo telefone. Eu sabia que a Leila possuía um programa de entrevistas na Globo Minas. Coletando material sobre apresentadores no Brasil, acabei encontrando o livro que ela publicou com suas melhores entrevistas. Era justamente o material que eu precisava. Entrei em contato com ela, que foi bastante gentil em me auxiliar. Quanto aos cenários, já estive dentro da Rede Globo algumas vezes, e sempre fui observador. Em certa época de minha vida fiz pequenas participações em novelas e programas de auditório. Isso ajudou bastante.


Papolivro: Você contou uma vez, se não me engano no forum da comunidade NEB (orkut), que contratou alguém para uma leitura crítica de seu original. Como foi o resultado desta avaliação? Que tipo de melhorias e evoluções você fez no texto a partir dos apontamentos recebidos?

Felipe Colbert: Leitura crítica é essencial, não importa em que nível de escrita o autor esteja. Ela ajuda a reparar pequenos defeitos na história ou até mesmo a reescrevê-la completamente. Por sorte tive boa receptividade do meu manuscrito, mas infelizmente isso não acontece com todos. Por isso o autor tem que ter em mente que deve produzir o melhor que conseguir. E investir nisso. Revisão, leitura crítica e tradução (se objetivar o mercado exterior) são essenciais. Nunca encaminhe um original para uma editora se não seguir estes passos.


Papolivro: Ouvimos sempre comentários em relação as mudanças que o livro pode sofrer pela editora, de conteúdo, titulo e capa. Mas acreditando que a editora tem uma vivência em relação a mercado, podemos concluir que estas sempre serão no sentido de melhorar a obra. Você viveu esta situação? Em caso positivo, como avalia as mudanças?

Felipe Colbert: Fui bastante feliz em ser contratado por uma editora como a Novo Século. O autor deve se concentrar em escrever, não na produção do livro. Quando seu original vai para a produção, basta acompanhar e opinar. A editora possui profissionais qualificados que farão o melhor possível pelo seu trabalho. Em relação ao nome, foi definido durante o processo de escrita e não houve alteração. Acabei acertando. Meu conselho é: escute seu editor, converse com ele. Mostre que você está interessado no trabalho da editora (assim como ela está no seu), mas não interfira. E nunca afaste o contato.


Papolivro: Falando na Novo Século (editora): Me parece ter uma boa distribuição, inclusive com autores com grande vendagem de livros ajudando a "abrir caminho", como o André Vianco. Pergunta: Como foi o tratamento a você, enquanto escritor estreante?

Felipe Colbert: Com muita proximidade e troca de idéias. A Novo Século tem este diferencial, em apostar no escritor iniciante. Meu editor sempre me recebeu na sala dele, conversamos bastante, construímos uma relação de confiança entre ambos. Quanto ao Vianco, certamente é um exemplo a ser seguido. Creio que ele contribuiu tanto para a NS quanto o inverso. Às vezes nos encontramos em eventos literários, batemos papo. Um cara simples, carismático e talentoso. E batalhador. Acho que o sucesso trilha o caminho de gente como ele.


Papolivro: Teria alguma dica especial para deixar para os escritores ainda não publicados quando resolverem enviar seus originais? Que dicas considera essenciais para que o novo autor consiga publicar seu primeiro livro?

Felipe Colbert: Nunca encaminhe um original se não achar que fez o melhor possível. Faça a revisão e análise crítica. Mais do que isso... saiba aceitar críticas, elas o acompanharão durante muito tempo. Procure estar presente em eventos literários, conheça o mercado. Se tiver condições, faça cursos, assista palestras e se especialize com um coaching literário. E o mais importante: nunca desista.


Papolivro: Como está o desenvolvimento do novo livro? Pode adiantar algo para os leitores do Papolivro?

Felipe Colbert: Acabei de terminar meu livro (Ponto Cego) após uma longa parceria que fiz com James McSill, assessor literário internacional. O produto não poderia ter ficado melhor! Estou publicando aqui no Brasil pela Novo Século e em Portugal pela Universus. Já planejo o terceiro livro, mas ainda não iniciei de fato, estou apenas no esboço. No momento me dedico a trabalhos paralelos, como a presença de eventos literários e o projeto que toco com outros cinco autores, chamado República dos Escritores (http://www.republicadosescritores.com.br). Vale a pena dar uma visitada no site, é um projeto ousado que busca conciliar trabalhos sociais com divulgações de obras de vários autores, nunca feito antes no Brasil.


Papolivro: Felipe, obrigado por responder a esta entrevista e ajudar a esclarecer estas duvidas. Fique a vontade para deixar os seus contatos. Um abraço!

Felipe Colbert: Quem quiser me contatar pode acessar meu site oficial (http://www.felipecolbert.com.br) ou me adicionar através do Facebook e Twitter (@felipecolbert). Estou sempre à disposição para conversar com jovens autores ou quem pretende ingressar neste maravilhoso mundo da literatura de entretenimento. Obrigado pela entrevista e abraços a todos os leitores!


Não deixem de conhecer o trabalho do Felipe.
Acessem o site http://www.felipecolbert.com.br/

Abraços
Thiago Rulius